O clima tenso de desfecho da greve dos estudantes da UNIR de Rolim de Moura, que durante 15 dias exigiu melhores condições de funcionamento do campus daquela cidade, agora parte para ameaças de morte. Segundo diversas informações veiculadas na Universidade os professores que apoiaram o movimento grevista agora são perseguidos. Segundo denunciou o DCE/UNIR e agora através da ABRAPO – Associação Brasileira dos Advogados do Povo, Seção Brasileira da Associação Internacional dos Advogados do Povo – IAPL também denuncia o que vem ocorrendo na Universidade Federal de Rondônia denunciando “ações difamatórias e ameaça à vida de professores” como é intitulada a Nota enviada hoje, 19 de abril. CONFIRA A NOTA
Outras Instituições de Ensino e Grupos de pesquisa também estão se posicionando contra as ameaças contra a Professora Marilsa Miranda de Souza, do Departamento de Educação do Campus da UNIR de Rolim de Moura. O grupo GISAS (El Capitalismo Burocrático en la Explicación del Subdesarrollo y el Atraso Social), um Grupo de Pesquisa interdisciplinar da Universidade de La Laguna (Tenerife, Islas Canarias, Espanha), publicou nota se solidarizando com a professora Marilsa. Em um trecho, o Grupo declara: Desde el GISAS de España enviamos nuestro mayor apoyo y solidaridad a la profesora Marilsa Miranda, gran luchadora por los intereses de los profesores y alumnos universitarios de Brasil e investigadora de la relación entre el sistema educativo en el agro y el desarrollo del capitalismo burocrático en ese país. Seguiremos informando. A denúncia na íntegra você encontra em: http://webpages.ull.es/users/capburoc/Novedades.htm