ADUFPA - Centrais Sindicais reafirmam unidade e intensificam luta contra a Reforma da Previdência

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Publicado em 05/11/2018

Centrais Sindicais reafirmam unidade e intensificam luta contra a Reforma da Previdência

Ações de enfrentamento contra a Reforma da Previdência e unidade em torno dessa pauta foram os encaminhamentos tirados em reunião das Centrais Sindicais, realizada na última quinta-feira, 1, na sede do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo.

 

As Centrais Sindicais CSP-Conlutas, Força Sindical, CSB, CTB, CUT, Intersindical e Nova Central se reuniram e definiram ações para preparar a luta em defesa das aposentadorias.

 

O membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas Luiz Carlos Prates, o Mancha, destacou que barrar essa reforma é de interesse de toda a classe trabalhadora. “É uma proposta que ataca o direito dos trabalhadores, impõe uma idade mínima para todos, inclusive, mulheres, que desvincula o salário mínimo desse benefício, chegando a 70% do salário mínimo, e que através do sistema de capitalização entrega aos bancos a Previdência”, frisou.

 

Como parte das ações de resistência, em 12 de novembro, será realizado um seminário para organizar uma forte campanha em defesa da Previdência.

 

Confira a nota unitária das Centrais com os encaminhamentos tirados:

 

São Paulo, 1º de novembro de 2018

 

Reunidas hoje, 1º de novembro, na sede do DIEESE, em São Paulo, as Centrais Sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram:

 

* Intensificar a luta contra a proposta da reforma da Previdência Social, divulgada recentemente pelos meios de comunicação;

 

* Organizar o movimento sindical e os segmentos sociais para esclarecer e alertar a sociedade sobre a proposta de fim da aposentadoria;

 

* Realizar um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a Previdência que queremos;

 

* Retomar a luta por uma Previdência Social pública, universal, que acabe com os privilégios e amplie a proteção social e os direitos.

 

Fonte: CSP-Conlutas