ADUFPA - Professores da UFPA paralisam atividades e protestam nas ruas de Belém

Associação de Docentes da UFPA

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Publicado em 06/12/2017

Professores da UFPA paralisam atividades e protestam nas ruas de Belém

Professores da UFPA paralisaram suas atividades, durante 24 horas, neste dia 5 de dezembro, para protestar contra a Reforma da Previdência do governo Temer. Os portões da Universidade amanheceram fechados e os docentes participaram, em conjunto com outras categorias, de um ato público nas ruas de Belém.

 

A manifestação começou por volta das 10 horas, quando os trabalhadores saíram em caminhada da Praça da República em direção à Avenida Magalhães Barata. Os professores da UFPA formaram uma coluna na caminhada, denunciando os ataques do governo Temer, como a Reforma da Previdência e a Medida Provisória 805/2017.

 

Em frente ao prédio central do INSS, na Avenida Nazaré, houve um princípio de tumulto, quando dirigentes da CUT e da CTB agrediram fisicamente um diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, que criticava no microfone a traição das centrais sindicais ao suspenderem a greve nacional, que estava prevista para este dia.

 

Após a agressão, a CUT e a CTB, com apoio de UGT, CSB e Força Sindical, ainda tentaram encerrar a manifestação no local, mas não conseguiram, pois os trabalhadores seguiram a caminhada, atropelando a decisão de cúpula das centrais sindicais. Apenas CSP-Conlutas e Intersindical seguiram no protesto, que encerrou em frente ao prédio da Delegacia Geral de Polícia Civil.

 

A diretora-geral da ADUFPA, Rosimê Meguins, repudiou a agressão e defendeu a continuidade das mobilizações e a construção de um novo ato público na próxima semana, quando está previsto que o governo coloque em votação a proposta de Reforma da Previdência. “Não temos que ter ilusões e nem fazer qualquer acordo com esse governo. Temos que voltar às ruas na próxima semana, para não deixarmos esse governo aprovar a contrarreforma da Previdência", afirmou Rosimê.